AROP - Associação e Registo dos Osteopatas de Portugal

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A Profissão Osteopática

No Reino Unido, o primeiro País da Europa a reconhecer a Osteopatia, o reconhecimento estatutário foi alcançado com a passagem do Osteopathic Act em 1993 tornando-se assim a Osteopatia a primeira profissão Complementar da Saúde a obter aquele reconhecimento. Essa autonomia faz com que profissionais ingleses dependam exclusivamente do GOsC (General Osteopathic Council). Ainda naquele ano a British Medical Association reconheceu a Osteopatia como sendo uma discreta disciplina clínica.

Nos EUA o Osteopata é um médico que se diferencia dos outros colegas alopatas por aplicar no tratamento dos seus pacientes os princípios da filosofia osteopática.

A A.A.O. (American Academy of Osteopathy) é uma associação que reúne os Osteopatas que cumprem exclusivamente os princípios da filosofia osteopática.

Em Portugal foi aprovada pela Assembleia da República, em 15 de Julho de 2003, a Lei n.º 45/2003 – “Lei do Enquadramento da Base das Terapêuticas Não Convencionais”, na qual se inclui a Osteopatia, pela resolução da Assembleia da Republica n.º 64/2003. Esta lei deveria ter sido regulamentada no prazo de 180 dias.

A FEO (Fédération Européenne des Ostéopathes) representa junto da Comunidade Europeia as Associações dos diferentes Países membros e atribui aos Osteopatas  filiados nessas Associações a denominação de Eur  Ost  DO

O CEPLIS (Centre European pour les Professions Libérales) reconheceu e integrou o Osteopata como um profissional liberal, através da FEO.

A AROP (Associação e Registo dos Osteopatas de Portugal) representa muitos dos Osteopatas que exercem em Portugal. Os seus membros DO tornam-se automaticamente membros da FEO, e através desta reconhecidos pelo CEPLIS como Profissionais Liberais. Podem ainda tornar-se como membros associados da AAO.

Em Portugal, a AROP foi criada em 2 de Dezembro de 1994 e em 12 de Maio de 1995 incorporou a AOP (Associação dos Osteopatas de Portugal) e uma das suas prioridades é a protecção dos pacientes através da promoção da excelência nos cuidados osteopáticos, introduzindo padrões de treino e condutas profissional e ética para toda a profissão. Pretende a AROP que, no futuro, apenas aqueles que venham a satisfazer aqueles requisitos, à semelhança do que já acontece em outros países da CEE sejam admitidos a registo e possam intitular-se “Osteopatas”. Só desta forma são concedidas ao paciente que consulta um Osteopata a mesma salvaguarda que quando consulta um Médico ou qualquer outro profissional de cuidados de saúde. A abordagem Osteopática é aceite como um método efectivo que pode ser usado seja independentemente seja em conjugação com outro tratamento médico.

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